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Basílica de S. Pedro cheia para ouvir o Papa denunciar todo o tipo de egoísmos.

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Basílica de S. Pedro cheia para ouvir o Papa denunciar todo o tipo de egoísmos.

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É preciso olhar para terra, é preciso olhar para os outros, os interesses pessoais não podem ser sempre a prioridade. Foi na homilia da missa do Galo que Bento XVI verberou a exploração egoísta de recursos naturais. Com perguntas que merecem reflexão, criticou também a indiferença das sociedades contemporâneas.

“Temos tempo para o nosso semelhante que tem necessidade da nossa palavra, da minha palavra, do meu afecto? Para a pessoa que sofre e tem necessidade de ajuda? Para o desalojado ou refugiado que procura asilo?”

A humanidade devia dedicar-se a si própria. Mas cada homem preocupa-se tanto consigo mesmo que fica sem tempo para olhar para os outros. O homem contemporâneo, disse o Papa, precisa de todo o espaço e de todo o tempo para si próprio.

Citou o evangelho de S. João, para recordar que Jesus deu muito, sem nada pedir em troca. Cada um de nós e as sociedades no seu conjuntio têm de reflectir, sobre o exemplo de Jesus.

Uma homilia que faz cicncentrar as atenções na tradiconal mensagem Urbi e Orbi que será proferida às 11 horas desta terça-feira, hora de Lisboa.