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Al qaida na morte dos franceses na Mauritânia

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Al qaida na morte dos franceses na Mauritânia

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Os três mauritanos suspeitos da morte de quatro turistas franceses, na Mauritânia, são próximos de um grupo terrorista islâmico com ligações à al qaida. Está posta de lado a tese de banditismo na origem do ataque. O único sobrevivente, um septuagenário, deverá ser transportado ainda esta quarta-feira para França, assim como os corpos das quatro vítimas mortais.

Os três jovens suspeitos da autoria do ataque estão em fuga. As autoridades mauritanas acreditam que terão passado a fronteira para o Senegal, na região de Brakna, não muito longe de Aleg onde os cidadãos franceses foram agredidos.

Dois deles tinham sido detidos em 2006 por alegada pertença ao GSPC – Grupo Salafita para a Predicação e Combate, rebaptizado Secção da Al qaida no Magrehb Islâmico e ambos terão sido libertados sem culpa formada.

Esta secção da al qaida no Magrehbe com origem na Argélia tem como objectivo colocar sob a sua alçada os grupos islâmicos armados da Tunísia, Argélia, Marrocos e toda a região do Sahel.

Há cinco anos que este grupo islamita tem a França sob ameaça. Em Setembro de 2006, o número dois da al qaida tinha anunciado que o GSPC seria a faca na garganta dos franceses, um ano antes o grupo tinha declarado a França “inimigo número 1”