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Cooperantes humanitários sequestrados na Somália

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Cooperantes humanitários sequestrados na Somália

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As negociações para libertar a médica espanhola e a enfermeira argentina sequestradas na Somália prosseguiam ao final do dia. Segundo o ministro da Informação do governo autónomo da Puntlândia, as duas mulheres estão vivas. Esta informação foi divulgada através da rádio, numa altura em que se começava a especular sobre a sorte das vítimas após a troca de tiros entre a polícia e os sequestradores.

As duas cooperantes da organização Médicos sem Fronteiras foram raptadas por um grupo de homens armados, próximo da cidade de Boosasso, no norte da Somália, por volta das oito e meia da manhã, hora local, quando se deslocavam de carro para um centro de refugiados onde prestavam assistência.

Pouco tempo depois do sequestro, a polícia cercou o local para onde as mulheres foram levadas. Dois dos delinquentes entregaram-se; os outros quatro continuam entrincheirados com as vítimas e exigem que a sua vida seja respeitada e que não sejam processados judicialmente.

Devido à violência que sacode o país há vários anos e sobretudo a região da capital, Mogadíscio, muita gente procura refúgio na região de Boosasso, ao norte, uma zona até agora de relativa tranquilidade.