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Colômbia espera libertação dos reféns

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Colômbia espera libertação dos reféns

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Espera-se, a qualquer momento, o desencadear da operação de libertação de três dos reféns das FARC, depois da luz verde do governo da Colômbia. Das 750 pessoas que se pensa que as FARC têm em seu poder, espera-se a libertação de Clara Rojas, principal colaboradora de Ingrid Btancourt, do seu filho de três anos, Emanuel, nascido em cativeiro, e da parlamentar colombiana Consuelo Gonzales.

A entrega destes três reféns foi prometida pelo comando das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) no passado dia 18 de Dezembro. A Colômbia aceitou os termos do acordo e pediu que, “por razões constitucionais os aviões utilizados na missão sejam identificados com os emblemas da Cruz Vermelha Internacional”, como disse aos jornalistas, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Fernando Araujo.

O plano de resgate dos reféns tinha sido apresentado ontem à imprensa pelo presidente venezuelano, Hugo Chavez, numa longa conferência de Imprensa.
A concretizar-se a libertação, Chavez retira dela grandes dividendos políticos. O presidente colombiano tinha-lhe pedido há algumas semanas que se mantivesse longe das negociações.

O ponto de recuperação dos reféns é um local secreto. Os aviões ficarão estacionados no aeroporto de Vilavicêncio, cerca de 100 quilómetros a sudeste de Bogotá. Se estes três reféns das FARC forem libertados, renova-se a esperança para a franco-colombiana Ingrid Betancourt em cativeiro há mais de seis anos.