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Vários países desaconselham viagens ao Quénia

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Vários países desaconselham viagens ao Quénia

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Os Estados Unidos, o Canadá e vários países europeus desaconselharam as viagens ao Quénia, uma vez que a reeleição, contestada, do presidente Mwai Kibaki desencadeou uma série de motins, em que já morreram mais de 120 pessoas. O presidente reeleito prometeu, esta segunda-feira, travar os tumultos e deixou um apelo: “As eleições são passado. Agora é tempo de curar as feridas e de reconciliação entre os quenianos”.
Os incidentes mais graves aconteceram na capital, Nairobi, e em Kisumu, onde o candidato derrotado das presidenciais, Raila Odinga, reúne grande apoio.

Entretanto, os Estados Unidos retiraram a felicitação a Kibaki e o embaixador norte-americano no Quénia apontou irregularidades ao escrutínio: “Houve claramente sérias anomalias no processo de contagem dos votos. O processo não foi totalmente transparente e fiável”.

Com a insegurança que se vive nas ruas de Nairobi, a maioria das lojas está fechada, provocando grandes filas nos centros comerciais que permanecem de portas abertas.