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Febre do ouro está de volta

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Febre do ouro está de volta

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A cotação do ouro atingiu novos recordes históricos, nos mercados de Londres e Nova Iorque. O dólar, mais uma vez a perder terreno face ao euro e às outras divisas, levou a um forte crescimento da procura do precioso metal.

A onça troca-se a 876 dólares em Londres e a 878 dólares no mercado norte-americano, valores em ambos os casos superiores aos de 1980.

As cotações do ouro têm conhecido um forte crescimento nos últimos anos, sobretudo desde 2005. Se em 2000 o valor era de apenas 280 dólares por onça, agora é de três vezes mais. O aumento, ao longo destes sete anos, foi de 212%

Os mercados de Londres e Nova Iorque são os mais importantes, ao nível do ouro, mas o metal está igualmente cotado em Tóquio e, em breve, em Xangai. A notícia da abertura para breve do mercado chinês de futuros do ouro estimulou a procura.

O ouro é visto como um investimento seguro em alturas de maior tempestade económica. Os outros metais preciosos também têm atingido recordes. A onça de platina chegou a um máximo histórico, na semana passada, nos 1553 dólares, e tem-se mantido próxima desse valor.

O impulso definitivo a estes recordes foi dado pelo petróleo, que atingiu, no primeiro dia de negociação do ano, a marca histórica de 100 dólares por barril.