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China e Reino Unido fazem acordos milionários


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China e Reino Unido fazem acordos milionários

Na visita à China, o primeiro-ministro britânico Gordon Brown recusou jogar uma partida de ténis de mesa com o homólogo chinês Wen Jiabao e preferiu assistir. Mas nos negócios entre os dois países, Brown quer ser tudo menos um mero espectador.

Da mesa do pingue-pongue à mesa das negociações, a colheita foi proveitosa, com a assinatura de acordos de cooperação no valor de várias centenas de milhões de euros e a oferta de Londres como futura base europeia do fundo estatal de investimento chinês.

“Quero que a Grã-Bretanha seja o principal destino dos negócios chineses, que têm investimentos em todo o mundo. Este novo nível de parceria vai fazer com que haja mais investimento de empresas chinesas no Reino Unido e mais trocas entre os dois países”, disse o chefe do governo britânico.

O acordos assinados prevêem que as trocas comercias aumentem 50% até 2010. As parcerias em sectores como a educação ou as energias renováveis valem 550 milhões de euros.

A bolsa de Londres acaba de abrir uma dependência em Pequim. A London Stock Exchange tem agora um escritório em Pequim, num esforço para atraír os investidores chineses, cada vez mais interessados e mais capacitados para os negócios bolsistas.

Em troca, as empresas chinesas podem agora fazer, em Londres, o dobro das ofertas públicas de venda que podiam antes fazer. A China ultrapassou o Reino Unido na lista das maiores economias do mundo e ocupa agora a quarta posição. A cooperação entre os dois países deve gerar dezenas de milhares de novos empregos na Grã-Bretanha.

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