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Davos sob o signo da recessão

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Davos sob o signo da recessão

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O fantasma da recessão está a pairar sobre a edição deste ano do Fórum Económico Mundial, que abriu em Davos, na Suíça. Os perigos de contracção da economia dos Estados Unidos e a crise dos créditos estão em cima da mesa.

A secretária de Estado norte-americana Condoleeza Rice representa, no encontro, a administração Bush, mas isso não chega para compensar a ausência do secretário do Tesouro Henry Paulson, notada e comentada. Paulson está demasiado ocupado com o plano de relançamento da Economia, lançado pelo presidente norte-americano.

O director do fórum, André Schneider, explica o que está em jogo: “Uma grande recessão ou uma queda nos mercados tem muitas implicações, para lá das razões puramente económicas. Se não estivéssemos aqui a debater esse tema, não estaríamos a fazer o nosso trabalho. Aqui, podemos olhar para o tema de uma forma muito mais alargada que uma visão governamental ou puramente económica”.

Neste encontro de decisores políticos e económicos, os países emergentes estão em destaque, em particular a Índia, com a presença dos ministros das Finanças e da Indústria. A Ásia é vista como o grande motor do crescimento da economia global, este ano, numa altura em que o resto do mundo está a contas com a areia na engrenagem que é a crise norte-americana.