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Deputado morto por polícia no Quénia no segundo dia de negoiações para paz

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Deputado morto por polícia no Quénia no segundo dia de negoiações para paz

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Ao segundo dia de negociações entre autoridades e oposição no Quénia, um deputado adversário do governo foi morto pela polícia e o diálogo doi suspenso por 24 horas. O antigo secretário geral da ONU, Koffi Annan, agora mediador do conflito interno, garantiu que as conversações estão a correr bem mas que vai ainda demorar um ano até que os diferendos sejam resolvidos.

A aposta da comunidade internacional é levar o presidente Mwai Kibaki a partilhar o poder com a oposição perante a ameaça de corte a ajuda humanitária.

Este queniano explica que a situação afecta toda a gente, que há alturas em que têm de fugir para qualquer lado por causa dos confrontos.

A crise, que a subsecretária de estado norte-americana para osassuntos africanios qualificou como limpeza étnica, começou com a reeleição de Kibaki. A oposição denunciou fraudes, depois foi o ajuste de contas entre tribos.

Um funcionário policial disse sob anonimato a um jornalista da AFP que os agentes têm ordens para atirar a matar contra saqueaores, incendiários, pessoas que transportem armas ou que bloqueiem estradas.

No último mês, morreram pelo menos mil pessoas devido ao conflito étnico e 250 mil foram deslocadas.