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Combates semeiam caos na capital do Chade

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Combates semeiam caos na capital do Chade

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Complica-se a situação no Chade. Os rebeldes atacaram a perfeitura de Adré, no leste do país, junto à fronteira com o Sudão. Segundo o perfeito da região, a acção dos rebeldes conta com o apoio da aviação sudanesa. O Sudão já desmentiu esta informação e pede retenção às forças em conflito.

Desde ontem de manhã que se travam combates em N’Djamena, a capital do país. O chefe de estado maior do exército terá sido morto e o presidente, Idriss Deby, resiste com dois ou três mil soldados.

Militares franceses têm estado a evacuar os cidadãos estrangeiros de N’Djamnena para Libreville, a capital do Gabão.

Mais de 500 pessoas foram já transportadas. Na maioria são franceses, mas há também portugueses, alemães, belgas, espanhóis, arménios, egípcios e malgaches.

Aviões franceses têm sobrevoado a capital com o objectivo de proteger a zona do aeroporto que serve de porta de saída para os estrangeiros.

Segundo algumas testemunhas, há víctimas civis em N’Djamena mas não há qualquer balanço de feridos ou mortos. O governo pediu à população que abandone a zona do palácio presidencial, onde se travam os combates.

O ministro francês da Defesa afirma que a situação não é clara no Chade e garante que o papel do seu país é apenas na aplicação do acordo de cooperação militar.

Hervé Morin acrescenta que as forças francesas estão a ajudar a garantir a soberania do Chade face a elementos estrangeiros e que não entram num conflito, que a própria França denuncia.