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Republicanos e democratas preparam-se para a "super terça-feira" eleitoral

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Republicanos e democratas preparam-se para a "super terça-feira" eleitoral

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Os dados estão lançados para uma super terça-feira eleitoral que poderá não desempatar os candidatos às primárias democratas e republicanas nos Estados Unidos. Se os primeiros sufrágios reduziram o número dos candidatos, os 24 estados que vão amanhã a votos, de costa a costa, poderão prolongar ainda o suspense.

No campo democrata Barack Obama apresentou-se ontem como o único candidato em liça a criticar a guerra no Iraque, face a um eventual duelo nas presidenciais entre Hillary Clinton e John McCainn.

Depois dos Kennedy, foi a vez da mulher do governador da Califórnia, Arnold Shwarzzenneger, apoiar a candidatura do senador do Illinois. Mesmo Stevie Wonder já cantava ontem a vitória de Obama.

Hillary Clinton, quase afónica, não deixou ontem de se apresentar uma vez mais como a única candidata democrata com “o saber e a experiência” para se bater pela presidência.

Na terça-feira, num só dia, os democratas vão eleger metade dos congressistas que decidirão o nome do candidato do partido. Os republicanos vão por seu lado eleger 40% dos seus delegados.

John McCain parte como favorito em Nova Iorque, Nova Jérsia e Missouri. O senador do Arizona escolheu ontem o Massachussets para terminar a sua campanha. Uma das regiões onde a sua vitória se anuncia tão mais difícil, quanto o favorito é o antigo governador do estado e rival Mitt Romney.

Mas mais do que a super-terça-feira eleitoral, foi o superbowl, a final do campeonato de futebol americano que concentrou ontem as atenções dos americanos.

Os New York Giants, apoiados por Clinton, venceram os New England Patriots, apoiados por Obama, o que permitiu algumas leituras políticas mais ousadas sobre o resultado do desafio, eleitoral, de amanhã.