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G7 prevê abrandamento económico a curto prazo

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G7 prevê abrandamento económico a curto prazo

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Os países do G7 temem um abrandamento das respectivas economias. Esta foi a principal conclusão da reunião dos ministros das finanças e líderes dos bancos centrais dos países do G7, que decorreu este sábado, em Tóquio.

De acordo com o comunicado final, os chefes das finanças dos sete países mais ricos do mundo estimam que este abrandamento deverá começar a fazer-se sentir a curto prazo e que o ambiente económico mundial é “mais difícil e incerto” do que na última reunião do grupo, em Outubro.

Para enfrentar a má conjuntura actual, os países do G7 (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Grã-Bretanha, França, Itália e Canadá) dizem-se prontos para adoptarem medidas individuais ou conjuntas para assegurarem a estabilidade das respectivas economias e mercados financeiros.

A crise dos subprimes é em parte responsável pela actual situação económica mundial. Os ministros das Finanças do G7 instaram os bancos a darem a conhecer de forma rápida e precisa o impacto que a crise dos créditos imobiliários de alto risco norte-americanos teve nos seus resultados.

Para travar o aumento do preço do petróleo o grupo dos sete apela para que os países produtores aumentem a produção de crude.