Última hora

Última hora

Eslovénia também discute União para o Mediterrâneo

Em leitura:

Eslovénia também discute União para o Mediterrâneo

Tamanho do texto Aa Aa

A Eslovénia não é, certamente, o primeiro país que nos vem à mente quando se fala do Mediterrâneo. Mas a verdade é que, graças aos seus 45 quilómetros de costa, o país que assume actualmente a presidência rotativa da União Europeia, um Estado mediterrânico.

Não é, pois, de estranhar, que à margem de uma reunião dos conservadores europeus, que decorreu na Eslovénia, se tenha falado da União para o Mediterrâneo. O eurodeputado polaco Jacek Sryusz-Wolski preferia, no entanto, ver um maior reforço da cooperação com os países de Leste: “A política para o Mediterrâneo é mais antiga do que a política para Leste e, embora com falhas, está mais bem equipada. A dimensão oriental, integrada na política de vizinhança, é mais recente e ainda não está tão bem equipada. E é nesse sentido que temos de trabalhar.”

Mas a reticência da Polónia, e de outros países, como a Alemanha, por exemplo, não desencoraja o comissário para a Educação. O esloveno Jan Figel encara com bons olhos as novas oportunidades que podem surgir da futura União para o Mediterrâneo: “Há múltiplas oportunidades que podemos reforçar. Por exemplo: a mobilidade de estudantes, professores e cientistas – talvez com uma janela regional específica no programa Erasmus Mundus… Posso igualmente imaginar acções no campo cultural.”

A União para ao Mediterrâneo será lançada em Junho, ainda durante a presidência da Eslovénia – pequeno país mediterrânico de dois milhões de habitantes.