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Polémica no grupo TUI

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Polémica no grupo TUI

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O grupo alemão de frete marítimo e turismo, reduziu prejuízos e realizou um encaixe com a venda de um dos seus porta-contentores. Mas o destino do dinheiro provoca controvérsia. Sem receber dividendos há 14 anos, os pequenos accionistas não querem ser esquecidos, neste momento^Temem que o dinheiro vá todo para o mesmo lado.

“Espero que o senhor Frediksen não obtenha a maioria e não possa passar a mensagem à economia de contro a empresa, para depois a vender, por um preço muito maior, para a explorar ao máximo”, disse um representantes dos pequenos accionistas.

Do outro lado da polémica está o armador norueguês, John Frediksen, um dos maiores accionistas, detentor de 11 por cento do capital.

Um magnata que, com a reestruturação em curso, pode obter o controle da empresa. Os outros accionistas temem-no, por isso, e querem a remuneraçâo dos seus investimentos.

Sem responder directamente, ele fala apenas em recuperar a boa gestão: “Eu penso que o mais importante é que isto poderá restituir a gestão e recuperar a normalidade, e que poderemos fazer funcionar esta companhia com nornalidade. E também podemos desenvolve-la e passarmos aos lucros. Esta companhia não deu retorno aos accionistas, durante 14 anos e eu penso que é hora de a transformar, numa companhia fiavel.”

A empresa registou, no primeiro trimestre, uma perda de 196 milhões de euros. Nos três primeiros meses de 2007, os prejuízos tinham sido de 248 milhões.

O turismo é um segmentos de negócio que pode ajudar à recuperação.