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O Banco Central Europeu (BCE) decidiu, quinta-feira, manter a taxa de juro de referência nos 4 por cento. Uma decisão esperada numa altura em que os riscos de pressões inflacionistas preocupam a instituição.
“É absolutamente claro que o nível de incerteza resultante dos tumultos nos mercados financeiros mantém-se alto. Perante este cenário, enfatizamos que a manutenção firme dos objectivos de inflação no médio e longo prazo é a nossa maior prioridade”, explicou o presidente do BCE Jean-Claude Trichet.
A inflação na zona euro atingiu, em Abril, os 3,3 por cento, mas não é esta a única incerteza com que se debatem os responsáveis europeus. A Comissão Europeia reviu em baixa a previsão de crescimento deste ano para a zona euro: de 1,8 para 1,7%.
Há ainda o petróleo, que, quarta-feira, atingiu novo recorde, perto dos 124 dólares o barril. E segundo Anthony Grisanti da GRZ Energy, o pior ainda pode estar para vir: “Olhando para o futuro, as notícias são más. Não vejo nada que possa impedir este mercado de subir ainda mais, e com ainda mais eu quero dizer 150 dólares. Não falo de 200 dólares nesta altura”
Tal como o BCE, o Banco de Inglaterra decidiu manter a taxa de juro de referência naquele país. Ficou, assim, nos 5%, mas os economistas prevêm que a instituição a possa descer ainda este ano.
O Banco de Inglaterra já baixou por três vezes, desde Novembro, o preço do dinheiro, de forma a evitar um abrandamento da economia.
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