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Associações humanitária proibidas na Birmânia

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Associações humanitária proibidas na Birmânia

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O regime birmanês recusa abrir as portas às associações humanitárias, em risco da vida de milhares de sobrevivente do ciclone Nargis. Junta Militar recambiou esta manhã um avião do Qatar com ajuda humanitária para minorar os efeitos da devastação.

A pasagem do Nargis no último fim-de-semana, deixou para trás mais de 100.000 mortes e milhões de desalojados, reduzindo localidades inteiras a um monte de destroços.

Cerca de cinco mil quilómetros quadrados de terra está submersa, mais de um milhão de pessoas ameaçadas pelas doenças, pela sede e pela fome precisa de ajuda urgente.
Os militares birmaneses, que exercem o poder desde 1962, aceitaram o princípio de ajuda internacional mas os estrangeiros devem negociar com as autoridades birmanesas para entrar no seu território.

Só com muita da pressão dos países da região os responsáveis birmaneses aceitaram ontem a entrada de especialistas da ONU para avaliar a dimensão da catástrofe. Hoje chegou ao país o primeiro carregamento com ajuda humanitária da Rússia. Apesar da tragédia o regime matém para sábado o referendo sobre a Constituição, consulta prevista para as regiões que não foram afectadas pelo ciclone. Na televisão estatal a campanha continua com o mesmo clorido para exortar os birmaneses a ir urnas.