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Junta birmanesa ignora catástrofre e mantém referendo

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Junta birmanesa ignora catástrofre e mantém referendo

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Uma semana depois da tragédia provocada pelo Nargis as vítimas continuam à espera de ajuda humanitária. O regime birmanês recusa abrir as portas aos trabalhadores humanitários mesmo perante o risco de vida de milhares de sobreviventes feridos.
A ONU suspendeu a ajuda epois da Junta Militar ter confiscado duas entregas determinada a distribuir ela própria os viveres recusando qualquer controlo. A pasagem do Nargis no último fim-de-semana, deixou para trás mais de 100.000 mortes e milhões de desalojados, reduzindo localidades inteiras a um monte de destroços.
Apesar da tragédia o regime matém para sábado o referendo sobre a constituição, consulta prevista para s regiões que não foram afectadas pelo ciclone.
Na televisão estatal a campanha continua com o mesmo clorido para exortar os birmaneses às urnas.

Em Banguecoque onde os trabalhadores esperam a obtenção de vistos a revolta é patente. “ Estamos precupados que possam usar os víveres como moeda de troca para que votem no referendo” comenta uma manifestante.
Só com muita da pressão dos países da região a Junta militar aceitou ontem a entrada de especialistas da ONU para avaliar a dimensão da catástrofe.