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Olmert rejeita demissão apesar das pressões

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Olmert rejeita demissão apesar das pressões

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Apesar das pressões internas, Ehud Olmert mantém-se, para já, firme na liderança do Governo Israelita.

O primeiro-ministro admitiu pela primeira vez ter recebido dinheiro de um homem de negócios americano, mas continua a rejeitar acusações de corrupção e diz que se demitirá, apenas, se for acusado formalmente.

No dia em que se assinalaram os 60 anos da formação do Estado de Israel, a polícia autorizou a publicação detalhada das suspeitas sobre Olmert. A principal testemunha é Morris Talansky, um financeiro novaiorquino. Em causa estão verbas de centenas de milhares de dólares alegadamente recebidas entre 1998 e 2006.

Enquanto se intensificam as suspeitas e prosseguem as investigações, a opoinião pública é cada vez mais adversa ao primeiro-ministro. As tensões políticas internas israelitas levantam ainda mais receios pelo desfecho da retoma das negociações de Paz no Médio Oriente.

Os negociadores palestinianos temem que uma eventual demissão de Ehud Olmert acabe de vez com as esperanças de chegar a um acordo para a criação de um Estado Palestiniano, antes da saída de George W. Bush da casa Branca, em Janeiro próximo.