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Frágil acalmia no Líbano

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Frágil acalmia no Líbano

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Terão cessado os combates em Beirute mas no norte do país e no sudeste da capital a situação continua muita tensa. Pelo menos duas pessoas foram mortas e cinco ficaram feridas nos últimos confrontos entre apoiantes do governo libanês e as milícias xiitas do Hezbollah. Em cinco dias de violência 44 pessoas perderam vida e 128 ficaram feridas.
O exército controla e securiza partes do país como em Tripoli, mas o cessar fogo é mutio frágil.

O primeiro-ministro Fouad Siniora diz que o que passa neste momento no Líbano com as milícias xiitas “que atacam civis inocentes”, é mesmo pior que os bombardeamento israelitas no Verão de 2006. Em Beirute, um pouco de acalmia serve para enterrar os mortos e centenas de pessoas participam nos funerais que transformam em local de protesto.

O ex-primeiro ministro, Omak Karami, aliado da oposição exorta os políticos nacionais a não dar ouvidos aos conselhos da comunidade internacional que acusa de se servir do Líbano segundo os respectivos interesses.

Os ministros de Relações Exteriores da Liga Árabe reuniram este domingo para encontrar uma solução para a crise libanesa, querem um acordo imediato para a formação de um governo de união nacional, com a eleição do general Michel Suleiman, chefe das forças armadas, como presidente. O país está sem presidente desde novembro de 2007, devido à falta de consenso entre os partidos sunita e xiita.