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Calma tensa no Líbano

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Calma tensa no Líbano

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Terão cessado os combates em Beirute em Trípoli mas no norte do país e no sudeste da capital a situação continua muita tensa. Pelo menos cinco pessoas foram mortas e outras cinco ficaram feridas nos últimos confrontos entre apoiantes do governo libanês e as milícias xiitas do Hezbolah.

Em cinco dias de violência 44 pessoas perderam vida e 164 ficaram feridas. O exército controla partes do país como aqui em Trípoli mas o cessar-fogo é muito frágil.

O primeiro-ministro Fouad Siniora diz que o que se passa neste momento no Líbano com as milícias xiitas que atacam civis inocentes, é mesmo pior que os bombardeamentos israelitas no Verão de 2006.

Em Beirute, um pouco de acalmia serve para enterrar os mortos e centenas de pessoas participam nos funerais.

O ex-primeiro-ministro Omak Karami, aliado da oposição, exorta os políticos nacionais a “não darem ouvidos aos conselhos da comunidade internacional que acusa de se servirem do Líbano segundo os respectivos interesses”.

A Liga Árabe reuniu-se este domingo no Cairo para encontrar uma solução para a crise no Líbano que deixa de novo o pais à beira da guerra civil.

Os dirigentes tencionam enviar para o “país do cedro” uma missão diplomática de alto nível para ajudar a forjar um acordo que termine com aqueles que são os piores episódios de violência interna desde há 18 anos.

O Líbano está sem presidente desde Novembro de 2007, devido à falta de consenso entre os partidos sunita e xiita.