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Conselho da Europa em missão de dois dias para investigar diferendos linguísticos belgas

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Conselho da Europa em missão de dois dias para investigar diferendos linguísticos belgas

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É mais um episódio a alimentar a polémica linguística e governamental na Bélgica.

Uma delegação do Conselho da Europa deslocou-se a Bruxelas numa missão de dois dias para investigar o caso de três presidentes de câmara francófonos, da periferia da capital, que não foram designados para os cargos em Novembro pelo ministro flamengo do Interior. O motivo apresentado foi o idioma: as três regiões são flamengas, mas contam com uma maioria de francófonos.

Os enviados do Conselho da Europa vão reunir-se com as partes envolvidas e vão apresentar conclusões, ao que tudo indica amanhã.

Charles Piqué, o ministro-presidente da região da capital considera que não havia necessidade de discutir pontos de vista sobre o que se passa em frente aos enviados do Conselho da Europa.

Marino Keulen, o ministro flamengo do Interior, decidiu no ano passado não nomear os três presidentes de câmara eleitos pelo facto dos três terem enviado as convocatórias para as eleições em francês e por autorizarem que se fale francês durante as assembleias municipais, quando o idioma oficial é o holandês.