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Líder da Deutsche Telekom quer mais internacionalização

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Líder da Deutsche Telekom quer mais internacionalização

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A Deutsche Telekom está à procura de novas aquisições no estrangeiro, depois da compra da operadora grega OTE, anunciada há pouco tempo. A estratégia foi apresentada pelo presidente René Obermenn, na assembleia-geral de accionistas, em Colónia, perante vários milhares de pessoas.

A cotação das acções é o que mais preocupa os pequenos investidores. Diz um accionista: “A cotação continua baixa. O senhor Obermann decidiu apostar o seu futuro pessoal no desempenho em bolsa. Espero que consiga ultrapassar a situação, senão as cotações podem deitá-lo abaixo, o que seria pena, porque ele está a fazer um bom trabalho”.

Com a comopra da operadora grega, o grupo alemão quer entrar nos mercados europeus em que não está ainda presente, já que a OTE tem filiais em países como Roménia, Bulgária, Macedónia e Albânia.

Obermann justificou este esforço de internacionalização: “Não vemos a internacionalização como um fim, não a praticamos devido a nenhuma pressão e também não a praticamos por razões de prestígio. Praticamo-la, sim, porque queremos criar uma mais-valia para os nossos accionistas”.

René Obermann quer que as operações no estrangeiro da Deutsche Telekom representem dois terços do volume de negócios. No ano passado, representaram já mais de metade. Já no que toca a resultados, os números da operadora estagnaram no primeiro trimestre deste ano.