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Polícia italiana detém 400 pessoas suspeitas de imigração ilegal


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Polícia italiana detém 400 pessoas suspeitas de imigração ilegal

A polícia italiana deteve quase quatrocentas pessoas em Roma no âmbito de uma operação contra a imigração clandestina. A maioria dos detidos é de nacionalidade romena ou originária dos países do Magreb, quase um terço dos suspeitos são italianos.

A polícia acredita que os estrangeiros vivem ilegalmente em Itália e, tal como os cidadãos italianos, são suspeitos de integrarem uma rede de tráfico humano, prostituição e tráfico de droga.

Cinquenta e três dos detidos foram conduzidos de imediato até à fronteira. Quanto aos outros suspeitos, pelo menos os estrangeiros, deverão ter o mesmo destino. É a primeira medida da política anti-imigração do novo executivo e do presidente de Câmara de Roma, onde decorreu a operação entre 7 e 15 de Maio.

O ministro do Interior, Roberto Maroni, é o autor de um projecto-lei que não exclui o restabelecimento dos controlos fronteiriços com os países que fazem parte do acordo de Schengen, algo que começa a criar ruído na comissão europeia.

Uma mulher cigana diz que não é justo o que estão a fazer. De referir que o presidente Durão Barroso substituiu o comissário italiano para a imigração por outro de outra nacionalidade, mal a coligação de Berlusconi foi eleita para o governo.

Entretanto, em Nápoles, um grupo de moradores, revoltados com uma concentração de romenos de origem cigana na cidade, que acusam de ser responsáveis por vários crimes, resolveram incendiar o acampamento onde residiam os estrangeiros. A maior parte não teve outro remédio senão partir.

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