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Petróleo corrige de máximos

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Petróleo corrige de máximos

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As cotações do petróleo caíram fortemente, depois dos recordes históricos atingidos quinta-feira. Depois de terem chegado aos 135 dólares, os preços do barril caíram para um valor a rondar os 130, para depois voltarem a subir. As cotações, quer do WTI norte-americano, quer do Brent, negociado em Londres, ultrapassavam, ao fim da tarde, os 132 dólares.

A OPEP é acusada de manter estes preços altos, ao recusar-se a aumentar os limites de produção, mas a verdade é que a procura mundial tem vindo a aumentar e esse é o grande factor por detrás das subidas.

A OPEP ganha 52 milhões de euros por hora, enquanto o mundo gasta 180 milhões, com um bilião e 600 mil milhões de euros gastos no ano passado.

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, membro do cartel, culpa os consumidores, sobretudo os Estados Unidos: “Dizem que temos a culpa do preço do petróleo. Eles é que têm a culpa, com o esbanjamento e o consumismo. Querem demonizar a OPEP perante o mundo. Querem mobilizar o mundo contra a OPEP”.

As últimas subidas foram causadas pela previsão de um ano agitado, em termos de furacões. Os serviços meteorológicos dos Estados Unidos publicaram agora a previsão para a época de furacões, que começa no início de Junho. Espera-se um total de nove furacões no Oceano Atlântico.

A preocupação com as reservas a longo prazo está também a fazer subir o preço do barril. Só esta semana, os preços subiram cerca de 5%.