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Consenso problemático sobre União para o Mediterrâneo em Argel

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Consenso problemático sobre União para o Mediterrâneo em Argel

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O Fórum Mediterrânico em Argel deixou transparecer um consenso duvidoso.

Os chefes da diplomacia dos onze países presentes – entre os quais Portugal – apoiaram a revitalização do Processo de Barcelona com a União para o Mediterrâneo e avançaram um plano para as estructuras e objectivos da nova aliança, que tem lançamento previsto para o dia 13 de Julho em Paris.

Mas a composição da futura União continua a ser posta em questão.

Em entrevista à EuroNews, o líder da comunidade druza do Líbano, Walid Jumblat, defende que a eventual entrada de Ancara é uma forma de Paris afastar as aspirações turcas à União Europeia. Jumblatt acredita que “infelizmente, a União para o Mediterrâneo é um meio para a França isolar a Turquia. Quando se fala de espaço mediterrânico, a Turquia faz parte desse espaço”.

Antevendo outro ponto de discórdia, os países árabes exigiram “clarificações sobre as consequências” de uma entrada de Israel na nova aliança, recusando nomeadamente uma “colaboração forçada” com Telavive.