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"Sim, pelo emprego", diz Cowen em campanha para o referendo ao Tratado de Lisboa

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"Sim, pelo emprego", diz Cowen em campanha para o referendo ao Tratado de Lisboa

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É o tudo por tudo para o primeiro-ministro irlandês, Brian Cowen, na contagem decrescente para o referendo ao Tratado de Lisboa, marcado para 12 de Junho.

“Sim, pelo emprego”, é a palavra de ordem de campanha.

A Irlanda é o único país que levou a ratificação do documento a consulta popular, tal como a constituição o exige. O processo de aprovação está em curso nos diversos estados-membros, mas nada garante que os irlandeses vão votar sim.

Até ontem, as expectativas íam no sentido favorável ao Tratado de Lisboa. Mas a última sondagem do Irish Times dá conta de 35 por cento de votos Não. As intenções de voto no Sim não ultrapassam os 30 por cento, e 28 por cento do eleitorado está ainda indeciso. Sete por cento assume que não vai votar.

A questão é portanto tudo menos pacífica na Irlanda, ao contrário dos anseios da maioria dos Estados-membros.

De acordo com a imprensa irlandesa, os líderes da confederação de agricultores estão a favor do documento, mas os profissionais estarão na maioria contra a adopção do documento.

O resultado da consulta popular é portanto aguardado com expectativa, pois se a maioria dos irlandeses vota Não, os dirigentes europeus não têm um Plano B para o Tratado.