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Suleiman senta à mesma mesa Sarkozy, 14 partidos libaneses, entre eles o Hezbollah

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Suleiman senta à mesma mesa Sarkozy, 14 partidos libaneses, entre eles o Hezbollah

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Nicolas Sarkozy está no Líbano com um batalhão de políticos colaboradores e outros adversários com representação parlamentar.

É um novo impulso que o presidente quer dar às relações entre França e o Líbano, e também com a Síria.

O objectivo desta visita é dar o apoio de França ao presidente libanês eleito há pouco tempo, Michel Suleiman.

Depois de uma primeira reunião entre os dois chefes de Estado, está previsto um almoço que conta com a presença de ambos, da delegação francesa e ainda de 14 representantes partidários, entre eles do Hezbollah.

O Hezzbollah é a principal força de oposição no Líbano, é também apoiado pela Síria que não quer ver reduzida a sua influência no Líbano, e é também copnsiderada como organização terrorista pelos Estados Unidos e pela União Europeia.

Num dos discursos da visita, Nicolas Sarkozy lembrou que o Líbano é vítima de muito sofrimento, mas está confiante do futuro e no governo de união nacional presidido por Fouad Signiora que deverão recuperar a economia do país.

Sarkozy chega ao Líbano, um dia depois de declarações polémicas de Walid Jumblatt, presidente do partido socialista e líder druzo. Em entrevista exclusiva à EuroNews, Jumblatt acusou França de isolar a Turquia ao querer criar a União Mediterrânea.