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Camionistas não "desarmam"

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Camionistas não "desarmam"

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O bloqueio dos camionistas contra a subida do preço do gasóleo continua firme nas fronteiras entre a Espanha e a França. Em Espanha, os efeitos começam a fazer-se sentir quer nas bombas de gasolina quer no abastecimento às grandes superfícies comerciais. Mais de metade das gasolineiras de Barcelona estão encerradas e 30% das de Madrid estão sem combustível.

Na Catalunha, as autoridades começaram ao final da noite de segunda-feira a fornecer escoltas policiais para as colunas de camiões. Em Portugal, durante a noite houve uma decisão de suspensão do bloqueio que veio a ser anulada.

O Ministério dos Transportes está a preparar um pacote de medidas que minimizem o impacto dos aumentos dos preços dos combustíveis no sector dos transportes rodoviários de mercadorias.

Os camionistas reivindicam a criação do gasóleo profissional, com equiparação de preços entre Portugal e Espanha, a diferenciação positiva fiscal, ajudas de custo e o incentivo à renovação das frotas.

Mas foram os pescadores europeus que iniciaram a luta:

“O preço do gasóleo é mais caro do que o do peixe. O peixe tem o mesmo preço há 20 anos”, queixa-se um pescador da Galiza.

Os barcos não saem para o mar há uma semana. Os pescadores decidem hoje os próximos passos do protesto.

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