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Procura de petróleo cresce menos

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Procura de petróleo cresce menos

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A procura de petróleo, em 2008, vai continuar a crescer, embora ao mais baixo ritmo, dos últimos seis anos. A previsão é da Agência Internacional de Energia e foi agora revista em baixa. A anterior previsão apontava para um crescimento, já limitado de 1.030.000 barris, por dia. Feitas novas contas, esse crescimento não deve ir além dos 800.000.

Esta baixa, aparentemente, não reflecte o abrandamento das economias mais industrializadas. A razão é outra. As economias em vias de desenvolvimento é que estão a consumir muito menos, porque baixou o volume das ajudas internacionais.

Os países produtores têm aumentado a oferta desde 2005. E este ano bateram todos os recordes, aproximando-se dos 87 mil milhões de barris, por dia. Mas há notícia de que os países não pertencentes à OPEP estão a reduzir a oferta.

Admite-se, no entanto, que o consumo baixe, nos próximos meses. Vários países asiáticos como a India, Indonésia, Malásia. Sri Lanka e Taiwan reduziram a ajuda pública ao preço final dos combustíveis.

A agência admite que esta moderação no crescimento da procura pode ser meramente conjuntural. Tudo depende do crescimento da economia mundial.