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Cowen recusa marginalização da Irlanda e implica UE na resolução da crise

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Cowen recusa marginalização da Irlanda e implica UE na resolução da crise

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A Irlanda recusa a marginalização na União Europeia e os Estados-membros devem ajudar a encontrar uma saída para a crise provocada pelo “Não” ao Tratado de Lisboa. É a opinião do primeiro-ministro irlandês, na véspera da reunião mensal de chefes da diplomacia dos Vinte e Sete que servirá certamente para preparar a cimeira de Bruxelas de quinta e sexta-feira.

Brian Cowen defende que o “Não” coloca a Europa em “águas nunca antes navegadas, porque sem o consenso de todos os Estados-membros o Tratado não pode entrar em vigor. É preciso analisar a situação com os parceiros europeus que, obviamente, também se vêm afectados”.

Após a vitória do “Não” no referendo irlandês, a quase totalidade dos restantes membros da União decidiu avançar com o processo de ratificação do Tratado.

Em Bruxelas, a Irlanda pode ver-se pressionada a realizar uma nova consulta popular, mediante concessões. Mas, segundo Dublin, o eleitorado não receberá com bons olhos uma nova chamada às urnas.