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MNE dos Vinte e Sete sem plano C para a Europa

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MNE dos Vinte e Sete sem plano C para a Europa

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Depois do Plano B não há Plano C. Pelo menos para já. Esta é a constatação que os ministros dos Negócios Estrangeiros (MNE) da União são obrigados a fazer, depois do ‘não’ irlandês ao Tratado de Lisboa – já de si, plano B da defunta Constituição Europeia.

A questão dominou a reunião dos chefes da Diplomacia dos Vinte e Sete, reunidos no Luxemburgo três dias apenas após o desaire irlandês.

Dezoito países já ratificaram o Tratado de Lisboa e a maioria dos Vinte e Sete afirma a necessidade de continuar com o processo de ratificação. Mas o Tigre Celta conseguiu deitar um balde de água fria no entusiasmo europeísta que começava apenas a fazer-se sentir, depois de, em 2005, a França e a Holanda terem rejeitado a Constituição Europeia.

O futuro da integração europeia está, de novo, envolto em incertezas. Mas uma coisa é certa: o assunto monopolizará a cimeira de quinta e sexta-feira.