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Não viu o crescimento dos filhos

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Não viu o crescimento dos filhos

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Depois da reunião familiar, houve tempo para curtas declarações aos jornalistas, ainda na placa do aeroporto, onde aterrou o avião oficial francês que transportou os filhos de Ingrid Betancourt, até Bogotá.

Declarações curtas, mas que reflectem o clima de angústia e ansiedade com que todos viveram, os últimos seis anos. Os filhos, preocupados com a sorte da mãe, em plena selva colombiana.

A mãe preocupada com o processo de crescimento dos filhos: “Eles cresceram sozinhos, com a aungústia de não poderem estar comigo. Batalharam sozinhos, eles próprios, encontraram soluções para fazer face à situação, no fundo das suas almas”, disse a senadora, com a voz ainda debilitada.

Melanie confessou o medo de um desfecho trágico: “Nós fomos sempre contra as operações militares, porque tínhamos medo de fazer sangue e mais fogo. Quizemos sempore evitar mais perigos para mãe e os para os outros sequestrados que estavam com ela”.

Angústia de um lado, ansiedade do outro. O ministro dos Negócios Estrangeiros francês que desde a noite de quarta-feira, tem estado junto dos filhos de Ingrid Betancourt, também viajou até Bogota.

E deixou um agradecimento ao presidente Alvaro Uribe e ao seu Governo, pelo sucesso da operação. “Vou agradecer ao presidente Uribe e a todos, ao povo colombiano, a todos os que participaram na luta pela libertação de Ingrid”.