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Boeing e Airbus apresentam medidas de apoio ao ambiente em Farnborough

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Boeing e Airbus apresentam medidas de apoio ao ambiente em Farnborough

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Entre os mil e quinhentos expositores do salão aeronáutico de Farnborough, que já vai na terceira jornada, as preocupações ambientais estão na ordem do dia.

Construtores de aviões, de motores, de componentes ou as transportadoras aéreas debatem entre eles a questão do momento.

Apesar da aviação contribuir apenas com dois por cento para as alterações climáticas, a verdade é que o transporte aéreo é o sector onde a taxa de poluição por CO2 é a mais importante: os dois por cento de hoje vao passar a 10 dentro de alguns anos.

Ninguém passa ao lado do probema. E todos anunciam iniciativas especificas. A Airbus assinou esta quarta-feira um princípio de acordo para apoiar uma campanha educativa das Nações Unidas destinada a promover a protecção da biodiversidade junto dos jovens.

A Boeing comprometeu-se a reduzir em 25 por cento a emissão de gases com efeito de estufa, em cinco anos.

O presidente da Boeing declarou que as economias de todo o mundo “estão a ser testadas, em parte pela alta do preço do petróleo, em parte por outras influências”. Scott Carson disse que “os recursos energéticos e alimentares por todo o mundo enfrentam um desafio. Podemos tomar isso como uma desculpa para evitar o problema ambiental ou utilizar isso como um estímulo para trazer mudanças tecnológicas que podem mudar para sempre o contributo deste sector para o ambiente”.

O dinamismo comercial dos grandes da aviação não parou no terceiro dia do salão. A Boeing anunciou uma encomenda de 35 B737-800 para a Malasia Airlines. Também esta quarta-feira a Airbus assinou com a Asiana Airlines, uma transportadora da Coreia do Sul, um contrato para 30 A350 XWB.