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Vodafone e Ericsson em perda

O operador telefónico móvel Vodafone anunciou esta terça-feira que a sua facturação no último trimestre correspondeu às expectativas que eram baixas. Disse mais que, até ao fim do ano, não espera melhorias, admitindo no entanto que a situaçao não vai piorar.

O mercado de capitais foi rápido a reagir e, hoje de manhã, os títulos da companhia sofreram uma depreciação de oito por cento.

Nem a entrada de 8,5 milhões de novos clientes, desde Janeiro, conseguiu disfarçar a crise. Tanto empresas, como clientes singulares, estão em contenção de despesas. A companhia tem crescido em todo o mundo e hoje é líder incontestado.

Depois da Europa, da América do Norte e do Sul, da Ásia e da Austrália, a Vodafone direcciona agora a sua estratégia de crescimento para África, com o epicentro na África do Sul.

No final deste mês, a liderança da Vodafone passa de Arun Sarin, para Vitorio Colao, até agora, o número dois. Uma cise que atinge também o sector dos equipamentos. A Ericsson confirmou a baixa das receitas.

No segundo trimestre deste ano, os lucros não excederam os 500 milhões de euros. No período homólogo do ano passado, tinham atingido quase o dobro, 900 milhões e 700 mil euros.

Uma perda de mercado que levou a empresa a eliminar quatro mil postos de trabalho, mais dois mil depois da associação com a japonesa Sony

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