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Que futuro para o AKP?

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Que futuro para o AKP?

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Só nas primeiras semanas de Agosto é que deve ser conhecido o destino do AKP. O Tribunal Constitucional da Turquia começou, segunda-feira, a deliberar sobre o processo de ilegalização do Partido da Justiça e do Desenvolvimento.
O procurador-geral turco requereu em Março ao Tribunal Constitucional que ilegalizasse o partido do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan, sob a acusação de que este se tornou num centro de actividades antilaicas. Solicitou também que proibisse 70 membros do AKP, incluindo Erdogan, bem como o presidente da República de aderirem a qualquer partido político durante cinco anos.
A reunião crucial dos onze magistrados acontece numa altura em que as fortes tensões foram agravadas pela explosão de duas bombas no domingo à noite.
Dezassete pessoas morreram, 150 ficaram feridas.
Este atentado, o mais mortal desde 2003, ainda não foi reivindicado. As autoridades turcas dizem haver sinais do envolvimento dos separatistas curdos do PKK, mas páginas da internet ligadas ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão já condenaram os ataques e negaram qualquer responsabilidade.