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Uma "praça forte" chamada Pequim

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Uma "praça forte" chamada Pequim

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A três dias do início dos Jogos Olímpicos, a segurança é a palavra de ordem em Pequim.

As autoridades acabam de reforçar fortemente todo o dispositivo, após o atentado de Xijiang e as manifestações de protesto na praça Tianamen.

A capital chinesa está a ser vigiada por 100 mil tropas de elite, 300 mil câmaras de segurança, 121 aviões e helicópteros e os critérios de atribuição dos vistos foram ainda mais restringidos.

Para muitos estrangeiros esta pressão é normal: Esta turista americana diz que os Jogos Olímpicos puseram o país, a sua economia e toda a sua sociedade em geral, no centro das atenções e os media devem criar uma enorme pressão sobre os chineses.”

Uma pressão palpável. Um novo regulamento obriga os jornalistas a preverem com 24 horas de antecedência reportagens na célebre praça de Tianamen. E na cidade de Kashgar, palco do atentado de segunda-feira, os profissionais da informação têm sido alvo de represálias e maus tratos da polícia.

O atentado matou 16 polícias. Segundo o ministério da Segurança Pública, a polícia local deteve dois persumíveis autores do ataque: um taxista e um vendedor de legumes, ambos da etnia islâmica, uigur.

A mesma fonte afirma que foram encontrados na posse dos detidos documentos de propaganda à guerra santa.