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Refugiados da Ossétia do Sul começam a regressar a casa: "Está tudo destruído..."

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Refugiados da Ossétia do Sul começam a regressar a casa: "Está tudo destruído..."

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Começam a regressar à Ossétia do Sul as primeiras famílias obrigadas a fugir dos bombardeamentos.

A palavra desolação é pouco forte para descrever o cenário que encontraram.

O Alto Comissariado das Nações Unidas avança com uma estimativa: 100 mil refugiados no total, 30 mil estão ainda em território russo.

Esta mulher regressou a casa em Tskhinvali, na Ossétia do Sul, está tudo destruído, diz que até as fotos da mãe desapareceram da parede.

A organização Médicos Sem Fronteiras afirmou ainda não ter condições para entrar na Ossétia do Sul, uma vez que a situação bélica no terreno é frágil.

Esta mulher não fugiu de casa, teve medo e refugiou-se na cave durante os ataques.

De acordo com as autoridades locais de Gori, na Geórgia, junto à fronteira com a Ossétia do Sul, perto de 80 por cento da população partiu em fuga para Tbilissi.

Aterrou ontem na capital georgiana o primeiro avião com ajuda humanitária, a Cruz Vermelha vai assegurar a distribuição de alimentos e medicamentos.