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ONU não chega aos deslocados de guerra no Cáucaso

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ONU não chega aos deslocados de guerra no Cáucaso

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A estrada que outrora serviu para fugir à guerra é agora a mesma que permite o regresso. Na Ossétia do Sul muitos refugiados voltam para os lares, se os encontrarem ainda de pé.

Moscovo desenvolve operações de ajuda humanitária e restabelecimento do dia-a-dia na destruída capital da Ossétia do Sul, Tskhinvalli. Minimiza desta forma as consequências da guerra e conquista ainda mais as populações locais, que já antes viam com agrado a integração em território russo.

As Nações Unidas reviram em alta o número de deslocados de guerra para 118 mil e pedem acesso nalgumas regiões georgianas controladas pelo exército russo.

Inúmeras toneladas de mantimentos chegaram já a Tbilissi mas o clima anárquico e sem lei em muitas regiões impedem a distribuição da ajuda.

De várias zonas do globo chega ajuda, como dos estados unidos, que na base alemã de Kaiserlautern organizam o envio víveres. O difícil e fazer chegar aos mais necessitados. O alto comissário da ONU para os refugiados, António Guterres desloca-se à região nos próximos dia e apela a Moscovo para dar livre acesso às agências humanitárias.