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Alto-comissário da ONU para os Refugiados viaja à Geórgia para avaliar situação

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Alto-comissário da ONU para os Refugiados viaja à Geórgia para avaliar situação

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A capital georgiana continua a acolher milhares de pessoas deslocadas pelo conflito. As Nações Unidas dizem que são 160.000, a maioria das quais procurou refúgio em Tbilissi, segundo as autoridades georgianas.

O alto-comissário da ONU para os Refugiados viaja esta noite para a Geórgia para avaliar a situação no terreno. Em Tbilissi, e posteriormente em Moscovo, António Guterres vai pedir garantias para a distribuição das ajudas às vítimas.

Num campo de acolhimento junto à capital georgiana, este homem explica que os seus pais “continuam numa aldeia a 80 quilómetros de Gori”. Não sabe se estão vivos, nem o que é que aconteceu à casa onde vivia. Acrescenta que perdeu “toda a esperança” e diz que tem “medo de regressar”, pois teme que “não seja seguro”.

Em Gori, a cerca de vinte quilómetros da Ossétia do Sul, elementos do Crescente Vermelho puderam esta segunda-feira abastecer os habitantes, ao mesmo tempo que o presidente da Cruz Vermelha Internacional era impedido de visitar a região separatista.

As forças russas também distribuiram alimentos em Gori. Uma ajuda aceite pela minoria que não fugiu da cidade durante o conflito e que preferia, no entanto, que os soldados russos batessem em retirada.