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Retirada russa da Geórgia não satisfaz o Ocidente

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Retirada russa da Geórgia não satisfaz o Ocidente

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A retirada das tropas russas da Geórgia não está a ser tão rápida nem tão importante quanto o Ocidente reclama. A própria Alemanha, grande parceiro económico da Rússia, considerou mesmo a situação como “muito insatisfatória”. E os ministros das Finanças do G7 declaram, em comunicado, estarem dispostos “a apoiar a Geórgia, a fim de promover a saúde permanente da economia georgiana”.

Duas colunas de blindados russos dirigiam-se, durante a tarde, para a Ossétia do Sul, oficialmente para se retirarem depois para a Rússia. Mas Moscovo afirma manter as suas “forças de manutenção da paz” numa zona tampão, enquanto julgar necessário, ao mesmo tempo que anunciou a intenção de instalar cerca de 20 postos de controlo na zona Sul da Ossétia do Sul.

Segundo a agência noticiosa Interfax, o parlamento da Ossétia do Sul deverá, nos próximos dias, pedir à Rússia que reconheça a independência da região separatista. Um anúncio feito igualmente pela Abecássia, o outro território separatista georgiano.

Entretanto, a Turquia aprovou a passagem, no Mar Negro, de dois navios de guerra americanos, que transportam ajuda humanitária destinada à Geórgia.