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Queimaduras dificultam identificação das vítimas do acidente de Barajas

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Queimaduras dificultam identificação das vítimas do acidente de Barajas

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As autoridades espanholas prosseguem as investigações para tentar desvendar as causas do acidente aéreo ocorrido esta quarta-feira em Madrid.

Enquanto não é analisado o conteúdo das duas caixas negras do aparelho, ficam as imagens captadas por um vídeo amador logo após a queda do avião da Spanair.

A vice-primeira-ministra espanhola, Maria Teresa Fernandez de La Vega, sublinhou as dificuldades para identificar as vítimas, uma vez que muitos dos corpos ficaram bastante queimados: “153 pessoas morreram. Foram todas localizadas e enviadas para a morgue no centro de crise. Todos foram submetidos a autópsias. Estão a decorrer dois processos de identificação. O primeiro através de impressões digitais e o segundo através de ADN”, declarou.

Depois de o comandante ter detectado um problema de sobreaquecimentro, O MD-82 da Spanair despenhou-se durante a segunda tentativa de descolagem, instantes depois de deixar o solo.

Segundo explica um perito em engenharia aéronáutica “quando um dos motores não funciona, quando só funciona o motor oposto, o avião vira para um dos lados”.

A Spanair é uma companhia aérea, propriedade da escandinava SAS. O acidente fica registado como o mais mortífro desde 1983. A lista de passageiros publicada pela transportadora continha maioritariamente nomes espanhóis mas as autoridades revelam que também havia passageiros da Suécia, Alemanha, Holanda e Chile, entre outros.