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Exército tailandês recusa uso da força

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Exército tailandês recusa uso da força

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O general Anupong Paojinda privilegia a negociação, em detrimento do uso da força, para pôr fim à ocupação da sede do Governo da Tailândia. Recorrer à força é uma possibilidade que lhe é conferida pelo estado de emergência decretado na terça-feira.

O decreto aconteceu depois de uma noite de confrontos violentos entre partidários e adversários do primeiro-ministro tailandês, Samak Sundaravej. Mas se o exército quer privilegiar a negociação, um dos líderes do protesto anti-governamental, não encontra espaço para isso. “Eu não sei o que negociar com eles. A nossa posição é que o primeiro-ministro tem que se demitir. É tão simples quanto isso. Estamos aqui há este tempo todo, porque ele é o problema”, afirmou Somsak Kosaisook, o líder da Aliança do Povo para a Democracia, que convocou uma greve geral para quarta-feira.

Os confrontos verificados na noite de terça-feira causaram pelo menos um morto e 44 feridos.