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Altria aposta no tabaco de mascar

As proibições de fumar nos locais fechados estão a alastrar-se a praticamente todos os países do mundo ocidental. Acender um cigarro é cada vez mais difícil. A solução, para o gigante mundial Altria, pode passar pelo tabaco de mascar.

O grupo norte-americano, casa-mãe da Philip Morris, comprou a UST, maior fabricante, nos Estados Unidos, deste tipo de tabaco.

O cientista Chris Proctor, que trabalha para a BAT, defende a nova moda: “Os cigarros eram uma novidade no início do século passado. Antes, usava-se o rapé ou os charutos. Depois apareceram os cigarros, que eram uma novidade, uma coisa mais popular. No futuro, os cigarros podem ser substituídos pelo tabaco de mascar”.

A Altria é a segunda maior tabaqueira mundial, com uma fatia de mercado de 18,7%, atrás da companhia nacional chinesa de tabaco. Tem como principais concorrentes a britânica BAT e a japonesa Japan Tobacco.

O consumo de tabaco tem vindo a diminuir drasticamente nos Estados Unidos desde o início dos anos 80, altura em que começaram as restrições. Apesar da proibição, cada vez mais apertada, o tabaco está na origem de dois milhões e meio de cancros, registados no país entre 1999 e 2004, segundo um estudo agora publicado.

Na Europa, só há pouco tempo as restrições ao uso do tabaco começaram a entrar nas leis nacionais.

Embora sem fazer fumo, o tabaco de mascar é igualmente perigoso para a saúde.

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