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Pirataria ao largo da Somália não dá tréguas

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Pirataria ao largo da Somália não dá tréguas

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Os piratas somalis voltaram a atacar este sábado ao largo das ilhas Seychelles.

Um atuneiro francês e um petroleiro que navegava sob pavilhão panamiano escaparam a duas tentativas de assalto.

O barco de pesca do atum de nome Drennec foi atacado a 420 milhas da costa somali quando foi abordado por uma lancha rápida.

O estado do mar impediu que os piratas subissem a bordo tendo os assaltantes disparado dois rockets que não causaram vítimas.

As águas somalis, nomeadamente o golfo de Aden, são actualmente consideradas as mais perigosas do mundo.

Os últimos ataques levaram os pescadores espanhóis e franceses a interromper a actividade na região e o ministro das pescas francês a pedir uma reunião inter-ministerial de urgência em Bruxelas.

Os armadores afirmam que a pirataria marítima com base na Somália se transformou numa indústria organizada. Os piratas actuam a partir de um navio-mãe de onde enviam lanchas rápidas ao encontro das embarcações-alvo.

Segundo o Gabinete Marítimo Internacional, só no primeiro semestre de 2008 foram registados pelo menos 24 assaltos ao largo da costa somali.