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Líder da Cantábria fala de uma ETA engravatada

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Líder da Cantábria fala de uma ETA engravatada

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A ETA volta a atacar. Em apenas 24 horas três carros armadilhados provocaram um morto e 12 feridos. O último atentado ocorreu junto a uma escola militar de Santoña, na Cantábria. Um homem morreu, outro encontra-se gravemente ferido.

Os ataques dão-se poucos dias depois do Supremo Tribunal ter ilegalizado duas formações políticas: o Partido Comunista das Terras Bascas e a Acção Nacionalista Basca consideradas próximas da ETA.

O governo regional da Cantábria já reagiu. presidente apelida os autores dos ataques de “psicopatas” e fala de duas ETAs: a que provoca os atentados no terreno e a engravatada que se encontra no Parlamento e em várias autarquias do País Basco.

Outros dois atentados foram atribuídos à ETA na madrugada de domingo: um em Vitória, capital do País Basco, outro em Ondárroa um porto pesqueiro do Golfo da Biscaia.

Desde o fim da trégua de 15 meses, em Junho de 2007 os ataques da ETA já provocaram cinco mortos. O chefe do governo regional basco rejeita as acusações do presidente da região da Cantábria.

Juan José Ibarretxe, membro do partido nacionalista basco, manifesta repudio pelos atentados cometidos pela ETA à semelhança de todos os homens e mulheres que integram a sociedade basca.

Os atentados, ainda, não foram reivindicados. Mas tanto em Vitoria como em Santoña as autoridades locais receberam um telefonema em nome da ETA, minutos antes da explosão.

Um modus operandi típico da organização separatistas basca, que no primeiro caso permitiu às autoridades isolarem a zona e evitar o derramamento de sangue.