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Crise americana vai chegando à Europa

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Crise americana vai chegando à Europa

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A tempestade financeira continua a atravessar o Atlântico, na sua máxima força – quatro bancos europeus foram salvos da falência, graças à intervenção estatal – o Fortis, o Bradford & Bingley, o Iceland’s Glitnir e Hypo. Às 8 da manhã desta segunda-feira, os governos da Holanda, Bélgica e Luxemburgo nacionalizavam parte do capital do Fortis.

Os analistas dizem que é o segundo impacte, da crise americana e que o problema é de falta de liquidez. Ao todo, são 26 bancos europeus, de seis países, expostos à crise. O Reino Unido é o que está em pior situação com nove empresas do sector fiancerio afectadas. Segue-se a França com seis e Alemanha, com cinco e até a Suiça com três.

Mas esta segunda-feira foi anunciada a compra do Vachovia, pelo Citty Group que garante os depósitos feitos nos Estados Unidos. Com consequência, as bolsas europeias tiveram hoje mais um dia para esquecer. A maior depreciação aconteceu em Paris, com 5.04.

Um panorama que se estendeu às bolsas americanas. Na Europa, pensa-se que os 700 mil milhões de dolares que os Estados Unidos vão injectar no mercado são insuficientes, para inverter a situação.

Os bancos europeus foram apanhados pelos efeitos da falência do Lehmans Brothers, quando ainda não estavam recomposto do subprime.