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Europa tarda em agir de forma concertada contra a crise financeira

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Europa tarda em agir de forma concertada contra a crise financeira

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Mais do que a instabilidade dos mercados, a busca de soluções para a crise financeira parece estar a agitar os parceiros europeus.

Depois da França ter hoje rejeitado categoricamente a criação de um fundo comum para socorrer o sector bancário, uma posição que coincide para já com a atitude de Berlim, a Holanda entra em cena com uma proposta: O primeiro-ministro Balkenende sugere um acordo segundo o qual os Estados membros poderiam injectar até 3% dos seus PIB para ajudar os respectivos sistemas bancários.

A criação de um fundo de emergência deve entretanto ser debatida na cimeira extraordinária do G7 marcada pela presidência francesa da UE para este sábado.

Por outro lado, há duas linhas de acção a ter em conta. Uma tem a ver com a supervisão dos mercados bolsistas. A outra com a protecção às instituições bancárias, que o Governo irlandês quis garantir esta semana com a aprovação de um fundo para defender os bancos nacionais.

Uma medida que suscitou fortes reacções por parte dos concorrentes britânicos e que compromete fortemente Londres que se recusa a adoptar uma medida semelhante, apesar das dificuldades vividas no sector.

Tendo em conta o actual rumo dos acontecimentos, continua longe a resposta “coordenada, clara e articulada” pedida ontem pelo presidente da Comissão Europeia.