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Semana agitada para os mercados

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Semana agitada para os mercados

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O investimento a bater no fundo, o euro a desvalorizar-se, a produção industrial em queda, o desemprego a aumentar e o crédito cada vez mais difícil, é este o cenário da economia internacional.

Na segunda-feira, continuavam as falêcias e, na terça, Bush apelava ao Congresso para que aprovasse o Plano Paulson, de 700 mil milhões de euros. A Câmara dos Representaes foi insensível ao pedido do presidente

Nos dois dias seguintes, abateu-se um autêntica tempestade sobre os bancos europeus.

Os especialistas avisam que a instabilidade se vai prolongar.

“Nós assistimos a alguns movimentos bruscos, no ano passado, que depois terminanarm com um salto significativo. Eu não quero sugerir que seja o fim do mercado. Mas penso que isto se vai manter, por três ou seis meses. É a factura. Quando se deixa cair um valor em 13 por cento num dia e se recupera sete por cento no dia seguinte, fica-se a perder. Mas acredito que isto é temporário. Por enquamto, o mercado está volátil e as pessoas tem de prevenir-se e contar com isso”, disse Tom Holigaard, analista do City Index.

Na Europa, os decisores políticos dividiram-se e estão longe de um consenso. Ainda ninguém sabe que estratégia aplicar, para defender o sistema financeiro e a a economia, em geral.

Secretamente, todos esperam ainda melhores notícias, do outro lado do Atlântico.