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Europa deposita esperanças no Plano Paulson

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Europa deposita esperanças no Plano Paulson

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O mundo tem os olhos postos no Congresso dos Estados Unidos, onde, esta sexta-feira, será votado o plano Paulson.

O próprio presidente do Banco Central Europeu (BCE) admite que é absolutamente necessário que o plano seja aprovado, mas não é seguro que ele seja suficiente para a correcção importante que o sistema financeiro precisa.

Jean-Claude Trichet revelou que o BCE poderá injectar mais 50 mil milhões de dólares no circuito bancário para acalmar as tensões no mercado.

O voto no congresso surge na véspera da cimeira dos líderes das quatro economias mais importantes da União Europeia: França, Itália, Alemanha e Grã-Bretanha, para tentarem encontrar uma resposta comum à crise financeira.

Fora de questão parece estar um plano similar ao do governo americano. A Alemanha já fez saber que não está disposta a passar um cheque em branco aos bancos.

Sintomas da crise na Europa não faltam. Apesar da negação de Paris, já ninguém hesita em falar de recessão em França.

Na Suiça, o UBS, um dos bancos mais atingidos pela crise dos subprimes, anunciou supressão de mais dois mil postos de trabalho.