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Islândia tenta encontrar soluções para evitar bancarrota

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Islândia tenta encontrar soluções para evitar bancarrota

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O governo islandês tenta acalmar os clientes britânicos das filiais dos dois bancos nacionalizados.

As instituições começaram a tentar descartar-se das participações das filiais estrangeiras para evitar a falência e recusaram indemnizações aos pequenos investidores britânicos.

Londres vai avançar com acções legais contra Reykiavik.

O chefe de governo islandês fez questão de sublinhar que ainda não foi pedido ao FMI qualquer ajuda ou programa económico de resgate financeiro.

O primeiro-ministro anunciou ainda que um empréstimo de 4 mil milhões de euros por parte da Rússia será negociado a partir de terça-feira.

O banco central islandês renunciou esta quarta-feira manutenção da taxa de cambio fixa entre o euro e a coroa, medida tomada ontem para evitar uma desvalorização da moeda ainda maior.

Pouco mais de um milhar de pessoas manifestaram-se na capital islandesa para mostrar inquietude face à actual situação.

Uma residente em Reikiavik diz que chegaram ao fundo, ao fundo do poço, as coisas só podem melhorar a partir e agora por isso tenta não entrar em pânico.

Depois da nacionalização de dois dos maiores bancos islandeses, todos os olhos estão postos noutra instituição, o Kauphting, que poderá também ser nacionalizada.